Garrafas de papel

Na tentativa de preservação do meio ambiente, essa agência tem um projeto muito bacana de garrafas de papel… além de correta, é bonita e tem até um formato de engradado: http://www.brand-image.com/en/#/brand-vision-water.php

Vale a pena conhecer!!!

 

Arquivado em: Criatividade, Variedades — por gabriela.calfat segunda-feira, 02 março, 2009. às 13:46

It’s a boy…

The Who foi a primeira banda que eu aprendi a adorar. Sou eternamente grato aos meus irmãos mais velhos por essa influência. Não vou ficar discutindo qual o ponto mais alto do The Who. Perda de tempo que só levaria à injustiça, á polêmica e heresia, ao conflito generalizado.

Ao longo dos anos fui colecionando versões da ópera-rock Tommy. Original, Live at Leeds, Orquestra Sinfônica de Londres, musical na Broadway e trilha sonora de Tommy, um dos filmes mais toscos que eu já vi. Achei que isso era tudo. Até que navegando sem destino pela internet, encontrei uma versão nova de Tommy. Os demos que levaram à gravação original. Dizem que Pete Townshend tocou todos os instrumentos. Acho que é lenda, mas não tira o mérito de ouvir essa versão.

Mais bacana do que reconhecer as melodias em primeiras versões (duca) foi ouvir como a ideia evoluiu de demos para uma obra-prima. Foi ouvir o deaf, dumb and blind boy nascer e crescer.

Em vez de roughs, vou passar a fazer demos com o Stefan.

The Tommy Demos

Arquivado em: Variedades — por Alexandre Arato domingo, 18 janeiro, 2009. às 19:59

Fotoviajando

Resumindo, fechei o caixa de 2008 e não sei como sobrou uma grana.
Esse mini montante, dividi em 3 partes.
Quero guardar duas partes.
E agora? Dá pra guardar até 2010, sei lá…
Mas com uma parte dá até pra viajar.
Com duas partes dá pra arrumar a porta do carro.
Dá pra torrar tudo também.
Ah, vou torrar.
Faz tempo que to querendo uma câmera que tire fotos decentes sem flash. Pronto, decidido. Vô viajar e comprar uma câmera. Melhor comprar a câmera antes.

Comprei, viajei e fotografei. Melhor investimento, impossível.

Primeiro sol de 2009, na Guarda do Embaú, SC:


Sempre curti fotografia mas nunca imaginei que ela abrisse os olhos da forma com que vem acontecendo. Também pudera, é a arte de capturar a luz, banquete para os olhos.

Fotografia deveria ser disciplina obrigatória pra qualquer designer, ilustrador, pintor, diretor de arte, tratador de imagens e para quem quiser abrir os olhos para o mundo que nos cerca. Recomendo o investimento.  Se puder viajar também, melhor ainda.

Mais fotos:
http://www.sitedoigor.com/2009/01/guarda-do-embau.html
http://www.sitedoigor.com/2009/01/guarda-do-emba.html
http://www.sitedoigor.com/2009/01/night-shots.html

Arquivado em: Criatividade, Variedades — por igor.busquets terça-feira, 13 janeiro, 2009. às 12:39

Damas e rei

A mesa redonda era coberta por um feltro verde. Nas bordas, motivos natalinos em trabalho multicolorido denunciavam o capricho peculiar de quem tem todo o tempo do mundo. Mas naquela varanda isso não significava tanto tempo assim.

- Bati.

- Não estamos jogando mais canastra. Agora é pôquer.

- Mas eu não sei jogar pôquer.

- Mas tem dinheiro. Vai cobrir?

Constrangida, Marainha recolheu sua seqüência de oito a dama e torceu os lábios em dúvida.

- Ah. Tá bom. Mais 20.

Soraya e Du trocaram olhares gananciosos e pagaram.

- Quero três, pediu ingenuamente Marainha.

- Duas para mim.

Mesmo com novas cartas, Filó e Emília, mais contidas, entregaram suas mãos, só não mais pobres do que suas pilhas de botões. Botão de casaco, cem reais, botões de calça, vinte reais e assim por diante até o botão de punho por um real.

- Acho que devíamos apelar para a escada. Um leve tropeço e aquele urubu galinha rola quebrando o pescoço, soltou Emília.

- Muito escândalo. E se ele não morre vai virar mais um legume aqui, respondeu Soraya. Precisamos de algo mais intimista.

- Intimista? Andou lendo a Nova de novo, Sô? disse Du.

As senhoras riram com gosto, inclusive Marainha que acabara de mostrar uma trinca de damas.

- De novo? Você está aprontando alguma, acusou Soraya.

- Ela não pode estar aprontando coisa alguma. Ela nem sabe jogar, defendeu Filó, entre sorvidas de chá.

- Ouvi o Bruno reclamar com a cozinheira que o velho urubu não pode comer muito sal. Está com pressão alta, disse Soraya em sussurro intimista.

- Eu também. Estou com quinze por dez, disse preocupada Emília.

- Quem é Bruno? indagou Marainha.

- Quem se importa com sua pressão? Não é você que queremos ver esticar as botas. Pelo menos por enquanto. Vai pagar? cobrou Du.

- Bruno é aquele enfermeiro novo. O de coxas grossas, disse Soraya identificando o enfermeiro novo, de coxas grossas.

- É isso. Chega de Nova para você, disse Durvalina.

Novamente as senhoras riram solto. Dessa vez Marainha baixou duas duplas. Reis e noves.

- Porcaria, reclamou Filomena que acreditava no melhor.

As cartas foram devidamente embaralhadas e distribuídas. A pilha de Marainha crescera o suficiente para abotoar duas camisas e um manteau.

- Enfim, pressão alta é remédio todo dia. Sumir com o remédio não vai ajudar. Leva tempo. Mas e uma overdose? sugeriu Soraya.

- No melhor estilo estrela de cinema. Lembro daquela atriz Jean Charlotte…

- Isso. Coisa de cinema. Mas o velho urubu não teria motivo para se matar, disse Emília. Está levando a vida que pediu a Deus.

Duas mãos subiram imediatamente para o sinal da cruz.

As apostas emperraram em Filó, denunciando seus olhos perdidos. Em silêncio, as outras senhoras esperavam por alguém que trouxesse Filó de volta à varanda.

- Está pensando nos beijos do urubu ou na morte dele?

- Ou no Bruno, riu Durvalina.

As risadas atraíram a atenção de uma funcionária da Chácara Nova Primavera, que sorriu aliviada com o bem-estar de suas hóspedes.

- Senhoras, boa tarde.

- Boa tarde, responderam as senhoras para a funcionária que seguiu seu caminho.

- Estava pensando em tentativa de assalto. Ele guarda uns dólares na gaveta de meias, lembrou Filó.

- Hum. Agora sim. Rápido, simples e com motivo, já imaginava Soraya.

- Um flagrante, um pedaço de pau, um urubu defunto, disse Filó levando a mão para seu quadro negro imaginário e acompanhando a matemática da vingança.

- Quando vamos fazer? E principalmente quem vai fazer?

- Eu sugiro a Filó. Ela foi a última a cair nas garras do urubu. Mágoa mais recente é mais forte, sugeriu Emilinha.

- Mais forte e mais profunda, disse Marainha levantando as sobrancelhas e baixando uma faca invisível no próprio peito.

- Vai ser com um pedaço de pau. Você está tomando seu remédio? perguntou Soraya.

- Que remédio? respondeu Marainha.

- Esquece, devolveu Soraya.

- Isso é fácil, completou Emília.

- Mas pode ser faca também, sugeriu Filomena. Na cozinha tem algumas que parecem já ter ficha corrida.

- Duas para mim.

- Quero uma.

Emília e Durvalina disfarçaram o sorriso de sorte ao verem suas cartas.

Um burburinho vindo do home-theater chamou a atenção das senhoras. Algumas frases de lamentação, um pouco de choro e logo apareceu Bruno, o enfermeiro novo, de coxas grossas.

- Senhoras, boa tarde.

- Boa tarde, responderam juntas, sentindo-se cinco anos mais novas.

- Uma notícia triste. O Seu Vinícius acaba de falecer.

- Meu Deus.

Cinco mãos subiram imediatamente para o sinal da cruz.

- Parece que foi coração, informou Bruno. Ele tinha pressão alta. Quinze por dez.

- Eu também. Ai, meu Deus, disse Emília apavorada.

Bruno apressou-se para contar a novidade para os outros hóspedes e deixou as senhoras com seu carteado. Na mesa, o silêncio foi desconfortavelmente longo. Filó, a mais recente, chorou três lágrimas.

- Lá se foi nossa vingança, reclamou Soraya.

Novo silêncio.

- Ah. Farelo também é pedaço, confortou Marainha, baixando trinca de ases.

Arquivado em: Variedades — por Alexandre Arato domingo, 21 dezembro, 2008. às 19:15

Ponta do lápis 0 x Ponteiro do mouse 10

Se tem um assunto que eu acho sem graça esse é o futebol. Mas de vez em quando eu assisto uma partida mais importante ou entro num site para acompanhar resultados. Não que eu vá comentar sobre o assunto. É mais para não ficar tão alheio assim.

Enfim, chega de mesa redonda e vamos direto ao assunto do post.

Entrei no site do Estadão e encontrei um simulador de resultados. Sensacional. Você tem os placares dos jogos das rodadas e coloca os seus palpites (ou esperanças?). Ao lado tem uma tabela de classificação que se atualiza automaticamente de acordo com os seus palpites.

Experimente aqui.

Isso já está rolando há algumas rodadas, mas como eu não acompanho futebol para mim é novidade.

Bom saber que isso é viável. Qualquer hora crio alguma ação com essa tecnologia.

Arquivado em: Variedades — por Alexandre Arato domingo, 30 novembro, 2008. às 19:48

Yankee Stadium Zoom

O que uma câmera GigaPan é capaz! Muito cuidado ao tirar caquinha de nariz :P

Arquivado em: Variedades — por thiago.teles quinta-feira, 28 agosto, 2008. às 17:23

Bikes Húngaras

Não se assuste com os diálogos em húngaro. Você vai entender. Eu garanto. :o )

http://www.youtube.com/watch?v=ZM_HTdpgcRE

Arquivado em: Variedades — por Thaís Kato terça-feira, 12 agosto, 2008. às 14:44

Just like a Rolling Stone….

Fim de Julho, último dia do mês do Rock e por pura sincronicidade o último filme que eu assisti foi o espetacular show-documentário “Shine a Light”.

Os Rolling Stones, sob a maestral direção de Martin Scorcese, num show oferecido para a Clinton Foundation em New York! Puro rock and roll!

http://www.shinealightmovie.com/

Para os fãs do folk-rock, é essencial assistir “I’m Not There”. Numa visão cinematográfica peculiar, o filme narra os fragmentos da vida do grande Bob Dylan. Atuações memoráveis de Cate Blanchett, Christian Bale, Heath Ledger e Richard Gere.

http://www.imnotthere-movie.com/
:)

Arquivado em: Criatividade, Cultura, Variedades — por christiane.ide quinta-feira, 31 julho, 2008. às 16:27

Balanço dos seios pode gerar energia para o iPod

Foi esta a idéia que teve a jornalista Adriene So, uma confessada amante do esporte. Um dia, chacoalhando no ônibus, ela teve uma idéia: se estão usando movimentos humanos para gerar energia para algumas coisas, por que não usar os seios, seu movimento e frição para fazer o mesmo? Ela conta: “A idéia de um sutiã que gere energia não é tão doida quanto pode parecer. Uma companhia japonesa chamada Triumph International lançou recentemente um sutiã com energia solar, que supostamente vai gerar energia para alimentar um iPod. Mas eu vivo na nublada São Francisco e prefiro não andar em roupas de baixo em público. Será que alguém poderia desenhar um sutiã para mim?” A jornalista entrou em contato com alguns cientistas e descobriu que a questão da física do movimento dos seios vinha sendo estudada há duas décadas por uma penca de pesquisadores, em sua maior parte mulheres. Mas a resposta lhe foi dada por um homem, o professor Zhong Lin Wang, da Universidade Georgia Tech, que está desenvolvendo um tecido feito de nanofibras que capturará energia de movimento corporal. Os fios do tecido são cerca de um milésimo mais finos que um fio de cabelo. Quando colocados juntos em um tecido, eles roçam uns nos outros e convertem a energia mecânica da frição em carga elétrica. Alguém se habilita?

Fonte: http://www.slate.com/

Arquivado em: Variedades — por Thaís Kato quinta-feira, 26 junho, 2008. às 17:06

Pork and Beans – Weezeer

2 dias, e até o momento mais de 2 milhões de views!!!!

A banda americana Weezeer consegui um novo viral, é o viral dos virais, isso porque o clip da banda é uma junção dos virais mais vistos dos últimos tempos! Simplesmente fantástico!!

Weezeer – Pork and Beans

Arquivado em: Criatividade, Cultura, Variedades — por thiago.teles segunda-feira, 26 maio, 2008. às 12:08

 
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