Balanço dos seios pode gerar energia para o iPod

Foi esta a idéia que teve a jornalista Adriene So, uma confessada amante do esporte. Um dia, chacoalhando no ônibus, ela teve uma idéia: se estão usando movimentos humanos para gerar energia para algumas coisas, por que não usar os seios, seu movimento e frição para fazer o mesmo? Ela conta: “A idéia de um sutiã que gere energia não é tão doida quanto pode parecer. Uma companhia japonesa chamada Triumph International lançou recentemente um sutiã com energia solar, que supostamente vai gerar energia para alimentar um iPod. Mas eu vivo na nublada São Francisco e prefiro não andar em roupas de baixo em público. Será que alguém poderia desenhar um sutiã para mim?” A jornalista entrou em contato com alguns cientistas e descobriu que a questão da física do movimento dos seios vinha sendo estudada há duas décadas por uma penca de pesquisadores, em sua maior parte mulheres. Mas a resposta lhe foi dada por um homem, o professor Zhong Lin Wang, da Universidade Georgia Tech, que está desenvolvendo um tecido feito de nanofibras que capturará energia de movimento corporal. Os fios do tecido são cerca de um milésimo mais finos que um fio de cabelo. Quando colocados juntos em um tecido, eles roçam uns nos outros e convertem a energia mecânica da frição em carga elétrica. Alguém se habilita?

Fonte: http://www.slate.com/

Arquivado em: Variedades — por Thaís Kato quinta-feira, 26 junho, 2008. às 17:06

Avant première #1

O menu dos summer blockbusters chega com opções para todos os gostos. Eis a minha seleção:

 

Hancock - Will Smith vive um tipo diferente de herói.

http://www.sonypictures.com/movies/hancock/

 

X-files – I want to believe - Porque “a verdade” ainda “está lá fora”.

www.xfiles.com 

 

Wanted - Angelina Jolie, James McAvoy e Morgan Freeman são uma fraternidade de assassinos.

http://www.wantedmovie.com/wanted-movie-trailer.html

 

Twilight - Para quem leu o best seller “Crepúsculo” de Stephenie Meyer, um preview do filme que estréia em dezembro.

http://twilightthemovie.com/

 

The Dark Knight - Já é cult por ser o último trabalho do talentoso ator Heath Ledger.

http://thedarkknight.warnerbros.com/

 

Bom filme!

Arquivado em: Tugarê — por christiane.ide às 16:44

A Batalha de Rosário.

ARQUIBANCA. Para quem é fã de futebol e também para quem não é.

Semana passada escrevi sobre a vergonhosa partida entre Brasil e Argentina pelas eliminatórios sulamericanas da Copa 2010, na África do Sul. Duas potências do futebol, que juntas detêm sete títulos mundiais. Ela se tornou ainda mais vergonhosa porque naquele 18 de junho de 2008 completou-se 30 anos da Batalha de Rosário. Quem nasceu depois de 1977 deve estar se perguntando: que ” Batalha de Rosário” é essa? Bem, vamos voltar no tempo.

1978. Depois de 28 anos, o continente sulamericano recebia uma copa do mundo, com sede na Argentina. Era um tempo negro, manchado de sangue, e os “hermanos”, assim como nós, viviam sob uma ditatura covarde, sangrenta e sem escrúpulos. O carrasco que liderava o regime argentino era o General Jorge Videla. Detalhe: ele acompanhou todos os jogos da seleção argentina.

Naquele tempo, as fases da Copa eram diferentes. Tinha a fase inicial, quatro grupos com quatro seleções. Os dois primeiros de cada grupo passariam a fase final, onde foi formado dois grupos com quatro seleções. Os dois primeiros colocados diputariam a final e os dois segundos ficariam para disputar o terceiro lugar.

Brasil e Argentina classificaram-se em segundo lugar, nos seus respectivos grupos. E no cruzamento para a fase final, os dois caíram na mesma chave. Em vez do jogo entre os dois escretes ser disputado em Buenos Aires, no Monumental de Nuñes, ele foi para a cidade de Rosário e jogado no campo do time da cidade, o Rosário Central.

O estádio é um caldeirão. Perfeito para a Argentina e sua apaixonada torcida. Bem, os dois times, antes de se cruzarem, já tinham realizado o primeiro jogo da fase final, o Brasil tinha batido o Peru, e a Argentina tinha passado pela Polônia. Só que o Brasil apresentava um saldo de gols maior do que o time anfitrião. A vitória da Argentina era vital para as suas pretensões no torneio. Não que a vitória brasileira não fosse, mas o empate seria melhor para a nossa seleção.

O jogo começa e logo no primeiro minuto, Luke, o truculento e maldoso atacante argentino, dá uma botinada no Batista, um dos craques que compunha o meio-de-campo brasileiro. O Brasil não se intimidou, prevendo essa guerra campal, Claudio Coutinho, técnico brasileiro, escalou Chicão (ele jogava no São Paulo, eu vi ele jogando) no meio-de-campo. Chicão foi para o jogo não por causa da sua avançada técnica, ele entrou em campo também bater a fim de conter a animosidade argentina. Rolou porrada para todo lado e o juíz nada fazia porque estava sob o olhar atento do General Jorge Videla. A partida seguiu assim até os 35 minutos do segundo tempo, cada time teve sua oportunidade de marcar. O jogo, que literalmente foi uma verdadeira batalha, terminou sem abertura do placar.

A Batalha de Rosário, como ficou conhecida esta partida entre Brasil e Argentina na Copa de 78, foi um jogo feio, foi um jogo dentro de um ambiente político conturbado, foi um jogo lamentável pela pancadaria, porém foi um Brasil e Argentina. Um jogo com a rivalidade à flor da pele, um jogo com espírito de Brasil e Argentina, um jogo que entrou para a história da Copa do Mundo. Eu, no auge dos meus 7 anos de idade, tive a oportunidade de ver a partida em casa. Minha paixão por futebol já era imensa naquela época, depois daquele dia, ficou maior.

Seleção brasileira (titulares e reservas) que disputou a Copa de 1978: Leão, Carlos, Valdir Perez, Toninho Cerezo, Nelinho, Oscar, Abel, Polozzi, Amaral, Edinho, Rodrigues Neto, Dirceu, Batista, Gil, Jorge Mendonça, Zico, Roberto Dinamite e Zé Sergio. Técnico: Claudio Coutinho.

Arquivado em: Tugarê — por celso às 15:34

Crest, os 3 que levaram ouro em Cannes

Aqui vão 3 comerciais ouro em Cannes. Todos criados pela Saatchi & Saatchi de Nova York para o creme dental Crest, da P&G. Assista a Lice, Bulldozer e Prenup.

Arquivado em: Tugarê — por stefan.menon quarta-feira, 25 junho, 2008. às 15:03

28.06 tem flash mob na Oscar Freire (SP)

Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um lugar público que, depois de fazerem uma determinada ação previamente combinada, se dispersam tão rápido quanto se reuniram. Um FM pode rolar em qualquer lugar e sob qualquer circunstância, mas o que importa mesmo é: surpreender as pessoas de alguma maneira. Surgido em 2002, o flash mob tem sido usado pra manifestar idéias, sejam elas políticas, ambientais, de consumo ou comportamento, por exemplo.

A notícia é de que dia 28jun, às 14h, vai acontecer o primeiro fashion mob de São Paulo. “Fashion mob” porque o cenário será o quarteirão mais bacana da Oscar Freire. Gente glam e mulheres lindas vão povoar cada centímetro quadrado da 5ª avenida brasileira. Pra quem não absolutamente nada melhor pra fazer…

Arquivado em: Tugarê — por stefan.menon às 14:55

Coloque seu nome na lua

Você tem até sexta-feira para enviar seu nome para que a NASA o coloque no LRO spacecraft (Lunar Reconnaissance Orbiter) na missão Return to the Moon. Ainda ganha um certificado e uma história para contar para os netos.

AQUI!

Arquivado em: Tugarê — por stefan.menon às 14:51

Manual de sobrevivência na selva bororó

Capítulo I – O banheiro

Nosso prédio resolveu investir em economia de água. Investir em economia pode parecer uma contradição à primeira vista, mas se você pensar um pouco, vai ver que é possível. Enfim, a administração do glorioso edifício Raul da Cunha Bueno contratou uma consultoria que, entre outras coisas que eu desconheço, resolveu limitar nosso acesso à água. Uma das providências foi o estrangulamento da saída de água na torneira da pia dos banheiros. Até aí tudo bem. Basta um pouco de paciência , uns cinco minutos, e enchemos as mãos em concha para lavar o rosto. Duro é quando usamos sabonete para melhorar a limpeza facial e temos que esperar a concha das mãos encher para enxaguar a espuma. Tenha paciência da primeira vez porque esperar uma segunda pode significar olhos ardendo.
Difícil mesmo é que a consultoria resolveu limitar a capacidade da caixa d’água do vaso sanitário. Em caso de despejo líquido, a quantidade de água é suficiente. Dependendo do volume do despejo, há uma certa dúvida se o volume da descarga será suficiente. Mas, apesar da aparente fraqueza, praticamente uma garoa, dá tudo certo.
Porém, há os sólidos. As primeiras experiências com o novo volume de água foram semelhantes a ver roupas sendo agitadas na máquina de lavar. Joga para lá, joga para cá e basicamente fica isso. A descarga dita ecológica se transformou num desastre ambiental mais devastador do que os copos de plástico que não usamos mais. Porque, às vezes, é necessário dar mais do que uma descarga para que sólidos sejam levados para o sistema de esgoto, duplicando ou triplicando o volume de água gasto. Fora a angústia de ter que ficar no banheiro até que seja seguro sair disfarçadamente, caso os sólidos resistam à descarga e você perca a paciência.
Porém, um dia resolvi abrir a tampa da caixa d’água para ver o que a consultoria tinha feito. Observando o mecanismo de descarga e seus possíveis ajustes, descobri duas coisas importantes, diria fundamentais. Primeira: se você empurrar a vareta da bóia para baixo, a capacidade de água ganha alguns litros. A bóia chega a ficar submersa, mas se você for rápido na descarga, ela não morre afogada. O ideal é deixar encher até a borda do tubo de PVC que tem dentro da caixa. Stefan diria que nesse ponto a caixa estaria transbordando de alegria.
Segunda descoberta: o botão metálico que tem na tampa da caixa apenas aperta outro botão, este sim o responsável pela descarga. Se a tampa não está bem encaixada, o botão metálico não aperta o botão da descarga completamente. O negócio é apertar o botão direto. Sem intermediários metálicos. Não há sólido que resista ao redemoinho formado.

Apesar da aparência sinistra e da proximidade com os dejetos, o ambiente da caixa d’água pode ser tocado com tranqüilidade. Nada que não seja limpo com uma boa lavada de mãos. Mas isso você ia fazer de qualquer jeito, mesmo com o parco fluxo de água da torneira, não é?

Arquivado em: Tugarê — por Alexandre Arato terça-feira, 24 junho, 2008. às 17:19

É de grátis!

Está nos jornais de hoje: a gravadora Trama lança projeto de discos grátis. Lançado oficialmente nesta sexta, o Álbum Virtual permite o download na íntegra, incluindo encarte e extras. Quem banca os álbuns são patrocinadores.

www.albumvirtual.trama.com.br

Arquivado em: Cultura — por Thaís Kato sexta-feira, 20 junho, 2008. às 11:14

Escrete Canarinho.

Arquibancada. Para quem é fã de futebol e também para quem não é.

Foi um jogo de dar sono. Uma Argentina medrosa, já que sucumbiu nos últimos anos várias vezes para o escrete canarinho, e um Brasil mostrando um pouco mais de vontade, porém medíocre. Sem criatividade, sem jogadores decisivos, porque essa história de ficar jogando a bola de lado é atitude de jogador de meio de campo que não sabe o que fazer com a pelota. Saudades de uma época que você via um time com cérebros. Lembram daquele time de 82? Só para ficar no meio de campo: Zico, Sócrates, Falcão e Toninho Cerezo. E um técnico que fazia o time jogar sem a bola. O saudoso, rabugento, Telê Santana. Não levamos aquela copa, mas sabíamos que nosso time era diferente, forte, ousado e que entrava para ganhar e não para empatar. Revivendo um lance da estréia do Brasil naquela copa: Russia 1 a 0, o Brasil jogando pra frente para empatar. Num lance genial, a bola vem em direção à Falcão, que percebendo a passagem do Éder, abre as pernas, dando um drible no marcador sem tocar na bola, que sobra limpa para Éder levantá-la e soltar um canhão. A bola vai morrer no ângulo direito de Yashin Dasaiev, arqueiro da extinta União Soviética e do Dínamo de Kiev, um dos melhores goleiros de todos os tempos. O Brasil virou o jogo contra a URSS, o placar foi 2 a 1 para a seleção canarinho. Um time que voava em campo. O que os jogadores brasileiros têm que entender uma coisa: eles não estão vestindo uma camisa qualquer. Eles vestem uma camisa que já foi usada por Didi, Nilton Santos, Garrincha, Pelé, Rivelino, Gérson, Jairzinho, Zagallo, Zico, Sócrates, Vavá, Clodoaldo, Romário, Bebeto, entre outros que sabiam o que estavam vestindo. Uma camisa que faz o adversário tremer. Uma camisa que tem história. Uma camisa que tem cinco estrelas. Uma camisa que qualquer jogador de futebol do mundo gostaria de vestir. Não basta ter só vontade, ter garra, é preciso jogar muita bola para suar com esta camisa. Isso falta à seleção do Dunga.

Seleção de 82 (time titular): Valdir Perez, Leandro, Luizinho, Oscar e Júnior; Toninho Cerezo, Sócrates, Falcão e Zico, Serginho Chulapa e Éder. Técnico: Telê Santana.

Arquivado em: Tugarê — por celso quinta-feira, 19 junho, 2008. às 15:46

Cannes 2008: GP Press para Energizer

O Grand Prix de mídia impressa deste ano em Cannes fica com o trabalho da DDB da Africa do Sul, para Energizer. “Never Let Their Toys Die. The World’s Longest Lasting Battery Energizer”. Os anúncios mostram crianças aprontando malandragens, já que as pilhas de seus brinquedos acabaram.

Advertising Agency: DDB South AfricaCreative Director: Gareth LessingArt Director: Julie MaunderCopywriter: Kenneth van ReenenPhotographer: Clive Stewart Published: December 2007

Arquivado em: Tugarê — por stefan.menon quarta-feira, 18 junho, 2008. às 15:43

 
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