
Ontem, 30/10, a famosa transmissão radiofonica da invasão dos marcianos narrada por O.Welles completou 70 anos. E para comemorar tal loucura, quase todas as rádios españolas, as 21:00, fizeram o mesmo. Uma iniciativa da Academia de Artes y Ciencias Radiofonicas Espanhola.\
Aqui, a primeira parte da locução original

Costumamos procurar imagens no Flicker pelo assunto, mas experimente essa ferramenta onde você pode procurar pela cor ou por uma gama de até 10 cores. Isso: você seleciona as cores e o site faz a busca de imagens no Flicker que possuam as tonalidades.
Vai!

Falava de onde tiro a maior parte dos meus posts e alguém considerou “mas isso você não postou”. Então aí vai.
Delicious é o bookmark dos bookmarks. Nele, dividido por tags como música, web, ferramentas, design, etc, você navega pela web e pode salvar um link como favorito. Ao fazer isso, esse seu favorito (bookmark) aparece no delicious como recentemente salvo. Se muitas pessoas salvarem o mesmo link, ele entrará como popular. Ou seja, você tem acesso ao melhor, ao mais novo ou pelo menos ao mais popular link visitado referente a um determinado assunto.

Adicione o primeiro endereço. Adicione o segundo. Agora escolha um ponto de encontro entre eles, podendo optar entre coffee shops, livrarias, bares, restaurante, etc.
Aqui

Olhe para a dançarina no link e diga para que lado você a vê girar. Parecerá óbvio, mas nem todos verão como você.
Aqui.
Vídeo engraçadíssimo (eu achei) sobre os artigos de primeira necessidade que fazem a alegria dos maníacos pelo ebay. Aqui.
Estes são três filmes que se tornaram cults. Não cult como Blade Runner (Ridley Scott – 1982). Não como Blue Velvet (David Linch – 1986) ou Down By Law (Jim Jarmusch – 1986). Cult porque são péssimos filmes. Você olha o cartaz e pensa: “Como é que alguém teve coragem de levar uma idéia como essa pra frente? Eu preciso assistir isso.” Você entra na sala ou aperta o play e suas referências do que é ruim mudam em duas horas. Mudam para pior.
“O ataque dos tomates assassinos” (1978). Isso mesmo. Tomates assassinos. Confirmando. Tomates… assassinos. Não, não é uma questão de agrotóxico. Essa peripécia foi obviamente criada para ser uma comédia. Pelo menos, eu espero. Quatro seqüências: O retorno dos tomates assassinos (88), Os tomates assassinos contra-atacam (90) e, la pièce de résistance, Os tomates assassinos comem a França (91). Não é necessário assistir na ordem. Na verdade, não é necessário assistir. Mas eu sei que vocês não vão resistir. Muita atenção ao som que os tomates emitem. Cartaz aqui.
“Nasce um monstro” (1974). Título original It’s alive. O trailer é genial. Não mostra nada, mas insinua o pior. Conta a história de um recém-nascido muito… letal. Ele já nasceu com garras e presas. Mata tudo que o assuste. E tudo o assusta. O título “It’s alive” pode ser uma homenagem ao clássico “Frankenstein” de 1931. É o que o Barão Frankenstein fala quando a criatura ganha vida. “It’s alive” teve duas seqüências, claro. “It’s alive II” (78) e “It’s Alive III: Island of the alive” (87). Tão cult que está rolando a produção de um remake. Mas duvido que seja tão ruim quanto o original. Cartaz aqui. Foto do fofo aqui. Faz parte de uma fantasia de Halloween.
Tem um terceiro filme que segue na mesma linha. “O incrível homem que derreteu” (1977). Cult, mas acho que não teve seqüência. Pena.
Enfim, seja ótimo ou péssimo. Só não seja medíocre.

Para os adoradores do bom e velho olhômetro, vejam aqui o quanto estão certos ou errados.
Isso vale para pensar na teoria do “alinhamento visual”. Mas como, se cada um vê de uma forma.
Façam o teste e calibrem seu olhômetro.