4 horas em 2 minutos

A gente já passou por isso? Mesmo?

Arquivado em: Tugarê — por Leticia sexta-feira, 30 janeiro, 2009. às 23:12

Pixel de mascar

Stefan é fã assumido de composições. Um trabalho insano de inúmeros pequenos objetos para formar uma imagem maior. Mas ele não está sozinho.

O jornal The Telegraph publicou uma galeria de artistas que usam materiais e técnicas inusitadas para montar retratos ou paisagens. Veja aqui. Goma de mascar, giz de cera, tipos de máquina de escrever, Legos, Está valendo tudo. Com o devido tempo, dá até para montar um cenário como esse aí em cima.

Arquivado em: Tugarê — por Alexandre Arato quarta-feira, 28 janeiro, 2009. às 19:09

supérfluos indispensáveis

Quem me conhece sabe que eu atravesso o Atlântico com um Sonrisal em cada mão. Daí, né, CULPA quando o cartão passa na maquininha “e eu nem precisava de mais uma melissa…”. Mas isso agora acabou. Acabo de ler um texto genial que me libertou. Estou curada.

O texto é do Periscinoto, que dispensa apresentações. Mas o legal mesmo é que está num blog, onde ele escreve desde fevereiro de 2008. Tem conteúdo pra ler até ficar vesgo, uma aula de propaganda com um mestre que, mais que publicitário, é um grande observólogo do comportamento humano. Aqui.

E segue o texto:

Escrito em:18/12/2008

NATAL E COMPRAS SEM CULPA.

Aproveitando o cenário do trânsito ainda mais enlouquecido do que o “normal” pelo vai-e-vem dos carros rumo aos shoppings e das multidões disputando espaço nos corredores e lojas dos ditos cujos, ansiosas por esvaziar bolsos, bolsas, detonar os cheques especiais e limites dos cartões de créditos, quero falar um pouquinho sobre o ato da compra e da maneira como encaramos os gastos. Vamos lá. Você já sentiu remorso na hora de pagar o dentista que consertou aquele dente quebrado? Já ficou arrependido de quitar o boleto do plano de saúde que pagou a maternidade? Já saiu beijando santo no ar (aquele tsk, tsk, tsk) de auto recriminação por ter gasto uma nota no supermercado com as compras do mês? Sei que não. Agora o reverso: você já se trancou no banheiro da concessionária chic e, olhando o espelho, ficou recriminando o cara que aparece nele por ter feito um monte de cheques pré datados pra pagar aquela Harley-Davidson Fat Boy mesmo considerando que você tem medo até de andar de bicicleta? Ou, sendo mulher: você já mordiscou as unhas cuidadosamente tratadas depois de ter espanado seu limite no cartão de crédito comprando aquela caríssima bolsa Prada e com alto risco de ser confundida com a da amiga que comprou uma idêntica em Chinatown de Nova Iorque, perfeitamente falsificada? Sei que sim.

Só o bicho-homem inventa necessidades.

Essas diferenças de postura diante de um gasto retratam com perfeição um fato que é sempre divertido abordar: o complexo de culpa nas compras. Antes de continuar, esclareço: não sou antropólogo, nem sociólogo, nem psicólogo. Por vício profissional, sou apenas um observólogo do comportamento de consumo. Assim, o que vou dizer não vale pra sustentar nenhuma tese. E que, sintetizando numa frase, é o seguinte: não há porque ninguém ter complexo de culpa em qualquer tipo de compra. Com exceções óbvias daquelas feitas compulsivamente por distúrbios psicológicos (alguns mais diretos dizem “psiquiátricos”), fora essas, toda e qualquer compra é humanamente defensável. O “humanamente” taí de propósito. É a palavrinha mágica que sintetiza toda explicação porque nós, os bichos-homens, somos diferentes de todos os outros bípedes e quadrúpedes da Terra. Não é preciso assistir ao Animal Planet pra ver que o leão quando tá com fome, simplesmente almoça deliciosamente a gazela mesmo sendo um churrasco cru e sem tempero. Pra dormir, o macaco encaixa-se nos galhos de uma árvore alta e ronca. A zebra mata a sede na margem do rio e pronto. Ou seja: saciar essas exigências físicas realmente são necessidades porque remetem à sobrevivência. Por que, então, o animal homem não faz o mesmo e fica feliz satisfazendo apenas o que ele precisa pra se manter vivo? Resposta óbvia: porque a sociedade humana não é comandada pelas necessidades, mas pelos desejos. O “Homo Sapiens Urbanus” só se contenta com as necessidades verdadeiras, em situações radicais. Quem viu aquele filme com o Tom Hanks onde o avião da Fedex em que ele viajava como funcionário (tremendo merchandising, diga-se) cai fazendo-o viver como sobrevivente numa ilhota perdida, vai lembrar que ele, longe da civilização, buscava desesperadamente conseguir o verdadeiramente necessário: água de chuva pra matar a sede, peixes e cocos pra saciar a fome, folhas de árvores pra se proteger da chuva e descansar. Ou seja: o indispensável pra se manter vivo. Mas fora casos extremos como esse, quem fica feliz “só” com o indispensável à sobrevivência? Resposta: ninguém, nem monge tibetano. A gente quer um montão de coisas porque quer, e estamos conversados. Queremos matar a sede com água mineral engarrafada, comer na mesa servindo-se do bom e do melhor, fazer naninha num quarto com ar condicionado e colchão macio, etc. Síntese 1: somos cercados por pseudonecessidades. Síntese 2: fora o comer cru, beber da fonte e dormir ao relento, tudo que desejamos consumir na vida dita civilizada, é supérfluo.

Consumir com alma lavada. Três dicas.

Estamos acertados que tudo o que excede à sobrevivência é dispensável? Então temos que, sob essa premissa, o conceito de “necessário” é meramente cultural. É um falso necessário porque não está focado na manutenção da vida, mas em confortos que, a rigor, são supérfluos, descartáveis. Seguindo esse raciocínio vou me atrever a dar três dicas pra você se divertir com o prazer das compras (repito: desde que seu consumismo não seja malucamente compulsivo) considerando que tudo, no fundo, é emocional. E, nesse contexto, vale aproveitar o que o ato de consumir tem de entretenimento.
Vamos lá: 1- Pague com dinheiro vivo porque, anestesiado pelo prazer imediato da compra, a sensação do desperdício desaparece no ar e você fica livre de ter que repensá-la depois ao se deparar, na ressaca do consumo, com o canhoto do cheque pré-datado ou a fatura do cartão. 2- Se o valor é insensatamente alto a ponto de tornar inviável pagar com um bolo de notas, mergulhe no crediário buscando esticar ao máximo as prestações porque os valores baixos dão a ilusão de que a compra foi ao seu alcance (desde que você não faça a soma de tudo). 3- Por último, se as duas dicas acima fracassarem, seja descaradamente pidão/pidona, choroso/a, interpretando dramaticamente esta frase campeã no quesito “convencimento”: “comprei porque eu acho que mereço”. Atenção: o “acho” é fundamental na frase porque destaca a autovitimização. E, com isso, tem o poder de amolecer questionamentos, desfazer carrancas, adocicar broncas e transformar olhares críticos em olhares beatíficos direcionados às sacolas que você trouxe do shopping. Diga-se: repletas de maravilhosas desnecessidades. Como sobrevivência você não precisaria delas. Mas pelo prazer de comprar, são supérfluos indispensáveis.

Arquivado em: Tugarê — por Leticia sexta-feira, 23 janeiro, 2009. às 17:09

Design de jornal!

Sempre, quando posso, visito o blog da revista Época (http://colunas.epoca.globo.com/fazcaber). Não pq esse blog tenha mta coisa interessante, mas ele tem links interessantes q levam a outros mais interessantes ainda. Como o que segue. Um blog com portfólio de design de páginas de jornal. Visitem o do DOUGLAS OKASAKI (clique no número 13). Achei o melhor do pouco que consegui ver até agora.

http://www.newspagedesigner.com/

Arquivado em: Tugarê — por arlete.danker às 13:55

It’s a boy…

The Who foi a primeira banda que eu aprendi a adorar. Sou eternamente grato aos meus irmãos mais velhos por essa influência. Não vou ficar discutindo qual o ponto mais alto do The Who. Perda de tempo que só levaria à injustiça, á polêmica e heresia, ao conflito generalizado.

Ao longo dos anos fui colecionando versões da ópera-rock Tommy. Original, Live at Leeds, Orquestra Sinfônica de Londres, musical na Broadway e trilha sonora de Tommy, um dos filmes mais toscos que eu já vi. Achei que isso era tudo. Até que navegando sem destino pela internet, encontrei uma versão nova de Tommy. Os demos que levaram à gravação original. Dizem que Pete Townshend tocou todos os instrumentos. Acho que é lenda, mas não tira o mérito de ouvir essa versão.

Mais bacana do que reconhecer as melodias em primeiras versões (duca) foi ouvir como a ideia evoluiu de demos para uma obra-prima. Foi ouvir o deaf, dumb and blind boy nascer e crescer.

Em vez de roughs, vou passar a fazer demos com o Stefan.

The Tommy Demos

Arquivado em: Variedades — por Alexandre Arato domingo, 18 janeiro, 2009. às 19:59

Fotoviajando

Resumindo, fechei o caixa de 2008 e não sei como sobrou uma grana.
Esse mini montante, dividi em 3 partes.
Quero guardar duas partes.
E agora? Dá pra guardar até 2010, sei lá…
Mas com uma parte dá até pra viajar.
Com duas partes dá pra arrumar a porta do carro.
Dá pra torrar tudo também.
Ah, vou torrar.
Faz tempo que to querendo uma câmera que tire fotos decentes sem flash. Pronto, decidido. Vô viajar e comprar uma câmera. Melhor comprar a câmera antes.

Comprei, viajei e fotografei. Melhor investimento, impossível.

Primeiro sol de 2009, na Guarda do Embaú, SC:


Sempre curti fotografia mas nunca imaginei que ela abrisse os olhos da forma com que vem acontecendo. Também pudera, é a arte de capturar a luz, banquete para os olhos.

Fotografia deveria ser disciplina obrigatória pra qualquer designer, ilustrador, pintor, diretor de arte, tratador de imagens e para quem quiser abrir os olhos para o mundo que nos cerca. Recomendo o investimento.  Se puder viajar também, melhor ainda.

Mais fotos:
http://www.sitedoigor.com/2009/01/guarda-do-embau.html
http://www.sitedoigor.com/2009/01/guarda-do-emba.html
http://www.sitedoigor.com/2009/01/night-shots.html

Arquivado em: Criatividade, Variedades — por igor.busquets terça-feira, 13 janeiro, 2009. às 12:39

Hello

Quando o primeiro Mac foi apresentado em 1984, a campanha apresentava o computador mostrando em seu monitor um simpático “Hello”. Muitas pessoas e a totalidade dos diretores de arte adoram o visual tão simples e chic do sistema Mac. Mas é ótimo ver/ler essa mesma filosofia da Apple nos textos publicitários que foram apresentando as evoluções do Mac ao longo dos anos.

No site da Apple, as páginas que apresentam o novo sistema Leopard são um ótimo exemplo.

Selecionei algumas. Em inglês mesmo. Sorry.

Desktop. A neat place to work. (Um lugar limpinho/arrumadinho para trabalhar)

Quick Look. Look before you launch. (Veja antes de abrir)

Opening files is so 2006 (Abrir arquivos é tão 2006)

Time machine. A giant leap backward. (Um passo gigante para trás)

Pick a disk. Any disk. (Escolha um disco. Qualquer disco)

Timing is everything. (Timing é tudo)

Mail. Think outside the inbox. (Pense fora da caixa de entrada)

Sincerely yours. (Sinceramente seu)

Much ado about to-dos (Isso é Shakespeare. “Much ado about nothing”)

Spaces. Room for everything. (Espaço para tudo)

Make yourself at home. (Sinta-se em casa)

Safari. Still the world’s best web browser. (Ainda o melhor navegador web do mundo)

Browse like the wind. (Navegue como o vento)

Boot Camp. Run Windows on your Mac. (Rode o Windows no seu Mac)

Acho brilhante a forma como se misturam estilos de redação. De um lado, jogos de palavras sobre conhecimento popular (Opening files is so 2006. Much ado about to-dos. Browse like the wind). De outro lado, a simples utilização do mesmo conhecimento popular (Timing is everything. Make yourself at home. Sincerely yours). E finalmente, a descrição pura e objetiva do que é (Still the world’s best web browser. Run Windows on your Mac).

Criação é uma coisa tentadora, viciante. Se você não sabe parar, torna-se um enigma e acaba não dizendo nada. Corre o risco de não perceber que o fato em si, em forma de produto ou serviço, já é suficientemente criativo para ganhar o consumidor.

Arquivado em: Tugarê — por Alexandre Arato quarta-feira, 07 janeiro, 2009. às 19:33

Damas e rei

A mesa redonda era coberta por um feltro verde. Nas bordas, motivos natalinos em trabalho multicolorido denunciavam o capricho peculiar de quem tem todo o tempo do mundo. Mas naquela varanda isso não significava tanto tempo assim.

- Bati.

- Não estamos jogando mais canastra. Agora é pôquer.

- Mas eu não sei jogar pôquer.

- Mas tem dinheiro. Vai cobrir?

Constrangida, Marainha recolheu sua seqüência de oito a dama e torceu os lábios em dúvida.

- Ah. Tá bom. Mais 20.

Soraya e Du trocaram olhares gananciosos e pagaram.

- Quero três, pediu ingenuamente Marainha.

- Duas para mim.

Mesmo com novas cartas, Filó e Emília, mais contidas, entregaram suas mãos, só não mais pobres do que suas pilhas de botões. Botão de casaco, cem reais, botões de calça, vinte reais e assim por diante até o botão de punho por um real.

- Acho que devíamos apelar para a escada. Um leve tropeço e aquele urubu galinha rola quebrando o pescoço, soltou Emília.

- Muito escândalo. E se ele não morre vai virar mais um legume aqui, respondeu Soraya. Precisamos de algo mais intimista.

- Intimista? Andou lendo a Nova de novo, Sô? disse Du.

As senhoras riram com gosto, inclusive Marainha que acabara de mostrar uma trinca de damas.

- De novo? Você está aprontando alguma, acusou Soraya.

- Ela não pode estar aprontando coisa alguma. Ela nem sabe jogar, defendeu Filó, entre sorvidas de chá.

- Ouvi o Bruno reclamar com a cozinheira que o velho urubu não pode comer muito sal. Está com pressão alta, disse Soraya em sussurro intimista.

- Eu também. Estou com quinze por dez, disse preocupada Emília.

- Quem é Bruno? indagou Marainha.

- Quem se importa com sua pressão? Não é você que queremos ver esticar as botas. Pelo menos por enquanto. Vai pagar? cobrou Du.

- Bruno é aquele enfermeiro novo. O de coxas grossas, disse Soraya identificando o enfermeiro novo, de coxas grossas.

- É isso. Chega de Nova para você, disse Durvalina.

Novamente as senhoras riram solto. Dessa vez Marainha baixou duas duplas. Reis e noves.

- Porcaria, reclamou Filomena que acreditava no melhor.

As cartas foram devidamente embaralhadas e distribuídas. A pilha de Marainha crescera o suficiente para abotoar duas camisas e um manteau.

- Enfim, pressão alta é remédio todo dia. Sumir com o remédio não vai ajudar. Leva tempo. Mas e uma overdose? sugeriu Soraya.

- No melhor estilo estrela de cinema. Lembro daquela atriz Jean Charlotte…

- Isso. Coisa de cinema. Mas o velho urubu não teria motivo para se matar, disse Emília. Está levando a vida que pediu a Deus.

Duas mãos subiram imediatamente para o sinal da cruz.

As apostas emperraram em Filó, denunciando seus olhos perdidos. Em silêncio, as outras senhoras esperavam por alguém que trouxesse Filó de volta à varanda.

- Está pensando nos beijos do urubu ou na morte dele?

- Ou no Bruno, riu Durvalina.

As risadas atraíram a atenção de uma funcionária da Chácara Nova Primavera, que sorriu aliviada com o bem-estar de suas hóspedes.

- Senhoras, boa tarde.

- Boa tarde, responderam as senhoras para a funcionária que seguiu seu caminho.

- Estava pensando em tentativa de assalto. Ele guarda uns dólares na gaveta de meias, lembrou Filó.

- Hum. Agora sim. Rápido, simples e com motivo, já imaginava Soraya.

- Um flagrante, um pedaço de pau, um urubu defunto, disse Filó levando a mão para seu quadro negro imaginário e acompanhando a matemática da vingança.

- Quando vamos fazer? E principalmente quem vai fazer?

- Eu sugiro a Filó. Ela foi a última a cair nas garras do urubu. Mágoa mais recente é mais forte, sugeriu Emilinha.

- Mais forte e mais profunda, disse Marainha levantando as sobrancelhas e baixando uma faca invisível no próprio peito.

- Vai ser com um pedaço de pau. Você está tomando seu remédio? perguntou Soraya.

- Que remédio? respondeu Marainha.

- Esquece, devolveu Soraya.

- Isso é fácil, completou Emília.

- Mas pode ser faca também, sugeriu Filomena. Na cozinha tem algumas que parecem já ter ficha corrida.

- Duas para mim.

- Quero uma.

Emília e Durvalina disfarçaram o sorriso de sorte ao verem suas cartas.

Um burburinho vindo do home-theater chamou a atenção das senhoras. Algumas frases de lamentação, um pouco de choro e logo apareceu Bruno, o enfermeiro novo, de coxas grossas.

- Senhoras, boa tarde.

- Boa tarde, responderam juntas, sentindo-se cinco anos mais novas.

- Uma notícia triste. O Seu Vinícius acaba de falecer.

- Meu Deus.

Cinco mãos subiram imediatamente para o sinal da cruz.

- Parece que foi coração, informou Bruno. Ele tinha pressão alta. Quinze por dez.

- Eu também. Ai, meu Deus, disse Emília apavorada.

Bruno apressou-se para contar a novidade para os outros hóspedes e deixou as senhoras com seu carteado. Na mesa, o silêncio foi desconfortavelmente longo. Filó, a mais recente, chorou três lágrimas.

- Lá se foi nossa vingança, reclamou Soraya.

Novo silêncio.

- Ah. Farelo também é pedaço, confortou Marainha, baixando trinca de ases.

Arquivado em: Variedades — por Alexandre Arato domingo, 21 dezembro, 2008. às 19:15

OLHOS DE CIGANA OBLÍQUA DISSIMULADA

Cenário, figurino, iluminação, edição, direção, elenco, interpretação, trilha sonora, tudo perfeito, irretocável. Se perdeu Capitu, alugue, compre! E veja Dom Casmurro mais casmurro do que nunca, louco, alucinado, esquizofrênico, delirante. Infelizmente, em detrimento da imagem e do som, não há texto capaz de dar a entonação exata da locura, do ciúmes. O sarcasmo, a ironia, a dúvida são claras no livro, mas é legal ver a história do Mestre ganhando vida. Eu recomendo.

Foi com essas belezinhas mofadas - herança de vovô - que descobri o Mestre.

Foi com essas belezinhas verdes – herança de vovô – que descobri Machado.

Arquivado em: Publicidade & Propaganda, Tugarê — por Leticia sábado, 13 dezembro, 2008. às 22:59

é um anúncio? um pressentimento? um avião?

Não, minha gente. É só o tempo mudando o sentido das coisas.

Arquivado em: Tugarê — por Leticia terça-feira, 09 dezembro, 2008. às 18:12

 
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